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O Cenário Atual das Fintechs no Brasil em 2025

O mercado financeiro segue em constante evolução no Brasil neste ano de 2025. A crise financeira que abalou o mundo após a COVID-19 há 5 anos, não foi o suficiente para impedir que as Fintechs e Startups parassem de crescer. Segundo pesquisas da Consultoria Distrito, fintechs e startups financeiras na América Latina, especialmente as brasileiras, tiveram uma receita geral de aproximadamente US$ 16 bilhões em investimentos. O valor preciso ficou na casa dos US$ 15,6 bilhões, dos anos de 2014 a 2024.

Desse valor exorbitante, pouco mais de 67% foi originado pelo mercado brasileiro financeiro. US$ 10,45 bilhões dos aportes feitos no período vieram das empresas do gênero. Atualmente, como destaca no relatório de pesquisa, existem mais de 2.800 startups financeiras distribuídas ao redor da América Latina. Novamente, o Brasil tem a maior porcentagem, cerca de 60%, o que equivale a pouco mais de 1.600 fintechs. Um número alto, mas que retrata a expansão do mercado nacional, mesmo com a alta do dólar na última década.

Na apresentação da pesquisa, Gustavo Gierun, CEO e cofundador da consultoria Distrito, demonstrou empolgação ao afirmar que o mercado latino-americano de fintechs se fortaleceu, resiliente e preparado para cada ano crescer e se desenvolver ainda mais. Nesse contexto, as fintechs foram e são peça fundamental na transformação digital do setor financeiro, trazendo mais acessibilidade nos atendimentos, incluindo todos os povos e culturas em um só clique. 


O avanço da tecnologia tem facilitado e muito o trabalho de muitas empresas do ramo financeiro. Muitas operações hoje utilizam da IA (Inteligência Artificial) para desenvolver seus produtos, atender os seus clientes sanando dúvidas e até concluir negócios, como o serviço de autocontratação, no qual o cliente não precisa de atendimento com um ser humano, do início da simulação ao fim da contratação o cliente conversa e trata com um robô, o valor cai na conta geralmente em minutos. 



Serviços Digitais se tornam o Epicentro do Mercado de Fintechs

O avanço da tecnologia impulsionou o mercado de fintechs, trazendo mais praticidade, rapidez e eficiência nas transações. Isso fez os serviços digitais se consolidarem no dia a dia dos brasileiros, transformando o hoje uma realidade que há 20 anos era apenas utópica.

A principal ferramenta hoje do nosso mercado é o Pix, plataforma que é um meio de pagamento instantâneo e gratuito que permite transferir dinheiro entre contas bancárias, a qualquer hora ou dia. É rápido, prático e seguro.

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Junto do Pix, outras plataformas de tecnologia já conhecidas também são uma realidade do povo brasileiro: pagamento por aproximação, ou o Open Banking, já fazem parte do dia a dia da população.


Uma das principais novidades do mercado para o ano de 2025, vem da moeda digital DREX, originada pelo Governo do Estado. A moeda está prevista para ser lançada até o final deste ano, o Banco Central já iniciou o processo de regularização e se encontra na segunda fase de testes e desenvolvimento. A nova plataforma já recebeu uma série de críticas mesmo antes de ser anunciada. Os famosos ”clickbaits” caíram nas mãos do público e logo gerou uma alta de reclamações e rejeição. As entidades responsáveis pelo projeto já desmentiram todas as informações veiculadas, mas, mesmo com esclarecimentos, a moeda segue sendo dúvida na cabeça dos brasileiros, e se a mesma será aceita pela população, só o tempo irá dizer. 



Taxa SELIC e a Alta da Inflação


A Taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira, definida pelo Banco Central. Ela influencia diretamente os juros de empréstimos, financiamentos e investimentos. Quando a inflação sobe, o Banco Central pode aumentar a Selic como forma de conter o aumento dos preços, tornando o crédito mais caro e desestimulando o consumo.

Nos últimos meses, a alta da inflação tem impactado o custo de vida, elevando os preços de produtos e serviços. Para controlar esse cenário, o aumento da Selic busca reduzir a circulação de dinheiro na economia, estabilizando os preços. No entanto, isso também encarece o acesso ao crédito, afetando empresas e consumidores. Ao mesmo tempo, investimentos de renda fixa, como Tesouro Selic e CDBs, tornam-se mais atrativos devido ao aumento da rentabilidade.

Por outro lado, quando a inflação está sob controle, a Selic pode ser reduzida para estimular o crescimento econômico, facilitando o acesso ao crédito e incentivando o consumo. Entender essas oscilações é essencial para quem deseja planejar suas finanças de forma estratégica, seja para contratar um empréstimo, investir ou tomar decisões de consumo mais conscientes.

O impacto da taxa SELIC e alta da inflação no segmento das fintechs pode não ter sido notado nesse início do ano. O Presença Bank, segue em constante evolução diariamente, atraindo mais público e clientes para seus parceiros.