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Tendências Futuras em TI

A evolução tecnológica segue em um ritmo acelerado, e o setor bancário está no centro dessa transformação. As novas tendências em Tecnologia da Informação (TI) não apenas estão remodelando a forma como operamos financeiramente, mas também estão criando um novo cenário de oportunidades para fintechs, promotoras de crédito, empresários e CEOs de tecnologia que atuam diretamente na transformação do ecossistema financeiro.

Segundo os dados mais recentes do IDC Brasil, combinados com projeções do Fórum Econômico Mundial e estudos da McKinsey, fica evidente que o futuro do setor bancário será moldado por tecnologias emergentes como Inteligência Artificial (IA), computação em nuvem, conectividade 5G, Internet das Coisas (IoT) e cibersegurança de nova geração. Essas inovações prometem aumentar a eficiência, acelerar o atendimento, reforçar a segurança e criar novos modelos de negócio que até pouco tempo eram impensáveis.

 

A nova era da Inteligência Artificial no setor financeiro

A Inteligência Artificial tem se consolidado como uma das mais promissoras e disruptivas tecnologias para o setor financeiro. A capacidade de aprendizado automático, análise preditiva e automação de processos vem redefinindo a forma como instituições financeiras tomam decisões, interagem com o cliente e gerenciam riscos.

Para promotoras de crédito e fintechs, a IA deixa de ser uma tecnologia acessória e passa a ocupar um papel central na estratégia de negócio. Ferramentas como algoritmos de concessão de crédito, modelos de risco personalizados, chatbots inteligentes e assistentes virtuais preditivos tornam o processo mais ágil, reduzindo a inadimplência e aumentando a satisfação do cliente final.

De acordo com o IDC, os investimentos em IA devem crescer de forma constante nos próximos anos, com foco na automação de decisões críticas e otimização da experiência do usuário. Isso significa que as empresas que dominarem o uso estratégico da IA estarão um passo à frente da concorrência.

 

Computação em Nuvem: Estrutura invisível, resultados visíveis

Outra tendência irreversível é a consolidação da computação em nuvem como infraestrutura padrão do setor financeiro. A nuvem oferece escalabilidade, flexibilidade e redução de custos, permitindo que instituições financeiras operem com agilidade e inovação sem abrir mão da segurança e da conformidade regulatória.

Estudos da McKinsey mostram que a adoção da nuvem tem potencial de gerar até US$ 3 trilhões em valor até 2030, principalmente pela capacidade de suportar novas aplicações de IA, análise de dados em larga escala e desenvolvimento de soluções digitais sob demanda.

No contexto brasileiro, fintechs e promotoras de crédito que atuam com times descentralizados ou operações remotas ganham com a mobilidade e a integração proporcionadas pela nuvem. Plataformas cloud tornam possível integrar parceiros, monitorar performance em tempo real e garantir resiliência operacional mesmo em cenários adversos — algo essencial para o mercado financeiro atual.

 

Cibersegurança em Evolução: Mais que proteção, um ativo estratégico

Com o crescimento exponencial dos dados e das transações digitais, a cibersegurança deixa de ser um setor de apoio para se tornar um eixo estratégico nas empresas do setor financeiro. O Brasil segue entre os países com maior número de ataques cibernéticos da América Latina, o que exige medidas mais robustas por parte de fintechs, bancos digitais e promotoras.

A tendência é clara: infraestruturas com foco em Zero Trust, autenticação multifator, monitoramento em tempo real e inteligência artificial aplicada à segurança serão a norma. A conformidade com a LGPD e outras regulações não é apenas uma exigência legal, mas também uma garantia de confiança para parceiros e clientes.

Investir em cibersegurança é investir em longevidade. Para os CEOs e CTOs do setor, isso significa transformar a segurança em uma vantagem competitiva, criando uma operação blindada e confiável para clientes e stakeholders.

 

5G e IoT: Conectividade e automação

As tecnologias de conectividade 5G e Internet das Coisas (IoT) abrem portas para inovações que vão além da velocidade de dados. Com o 5G, as instituições financeiras ganham baixa latência, maior confiabilidade e velocidade para processar grandes volumes de informações em tempo real.

Essa conectividade de alta performance é a base para soluções baseadas em IoT, como:

  • Autenticação física via sensores;

  • Rastreamento de dispositivos de promotores de crédito em campo;

  • Integração com sistemas de pagamento automatizados;

  • Monitoramento remoto de infraestrutura bancária.

Essas aplicações serão especialmente úteis para bancos regionais, operações consignadas e fintechs que atuam em locais remotos, permitindo uma gestão de rede mais inteligente, descentralizada e segura.

A previsão da ManpowerGroup de que haverá 30 bilhões de dispositivos conectados até 2030 reforça o impacto da IoT no setor. Com esse volume de informação, a vantagem competitiva estará nas mãos de quem souber usar os dados coletados com inteligência estratégica.

 

Desenvolvimento ágil e Plataformas low-code: A nova arquitetura digital

Com a crescente demanda por soluções personalizadas, o desenvolvimento de software também passa por uma grande transformação. As abordagens low-code e no-code vêm permitindo que mais pessoas criem aplicações sem conhecimento técnico profundo, democratizando a inovação.

No entanto, no setor financeiro, onde há alto grau de complexidade e requisitos de segurança, os profissionais especializados continuam sendo fundamentais. A demanda por arquitetos de sistemas, desenvolvedores e engenheiros de dados tende a crescer, principalmente para projetos que envolvam:

  • Integração com parceiros e bancos tradicionais;

  • Desenvolvimento de plataformas de crédito personalizadas;

  • Otimização de jornadas de usuário;

  • Compliance automatizado com normas do Banco Central.

A tendência é que empresas combinem a agilidade das plataformas visuais com a robustez de arquiteturas desenvolvidas sob medida, criando ambientes híbridos, seguros e escaláveis.

 

Sustentabilidade Digital: Tecnologia aliada à responsabilidade

O movimento ESG chegou também à TI. Empresas do setor financeiro estão cada vez mais atentas à eficiência energética, redução de resíduos tecnológicos e digitalização de processos como forma de gerar impacto positivo e reduzir custos.

A chamada TI Verde já é apontada pelo IDC como uma das principais tendências do setor. No mercado B2B, adotar práticas sustentáveis em tecnologia pode abrir portas para novas parcerias e elevar o valor da marca — especialmente em ambientes regulados e com investidores atentos às práticas ambientais e sociais.

Data centers otimizados, cloud computing com menor impacto ambiental e uso consciente de recursos computacionais estão no radar das fintechs que desejam ser mais que inovadoras: querem ser relevantes.

 

O futuro da TI é agora, e ele é Financeiro

As tendências futuras em TI não são apenas previsões — são sinais claros de um novo ciclo que já começou. O setor bancário está no centro dessa revolução, impulsionado por inovações que redefinem não apenas os produtos e serviços, mas também a forma como os negócios são pensados, gerenciados e escalados.

Inteligência Artificial, computação em nuvem, 5G, IoT, cibersegurança e sustentabilidade não são apenas tecnologias: são estratégias de competitividade para um mercado cada vez mais digital, descentralizado e dinâmico.

Para promotoras de crédito, fintechs e empresas do setor financeiro, o caminho é claro: investir, adaptar e inovar. No Presença Bank, somos parceiros estratégicos nessa jornada, oferecendo soluções digitais robustas, programas de parceria escaláveis e uma plataforma tecnológica que conecta eficiência, inovação e segurança.

 

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O futuro está em construção — e é digital, colaborativo e inteligente.